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domingo, 25 de julho de 2010

Post de domingo #22

Não sei se com todo mundo é assim, mas eu tenho um pequeno estoque de coisas que sempre me fazem sorrir e me deixam um pouquinho mais animada em algum momento de tédio ou estresse. Compartilharei algumas das minhas aqui hoje.

1 - Audrey Hepburn cantando La vie en rose
Filmes da Audrey em geral put a smile on my face mas só essa cena do filme Sabrina já é capaz disso. Porque as vezes nada além da música é necessário. :)



2 - O vídeo de Lloyd, I'm Ready to be Heartbroken do Camera Obscura
Por algum motivo este vídeo não entrou na minha lista de clipes com dancinhas. Amo a música e sempre tenho vontade de dançar quando assisto o vídeo. Também sinto vontade de consolar Tracyanne Campbell pela expressão de tristeza profunda que destoa totalmente. hehe :)




3 -  O vídeo de (e a música) Australia do The Shins
Desafio você a não acompanhar o ritmo da música batendo os dedos; ou ainda a não terminar de assistir o vídeo com um sorriso no rosto. Tá, agora que eu desafiei será mais fácil se controlar, mas é a reação que eu tenho normalmente.



4 - Imagens divertidas




















:)



5 - Playlists
Música sempre, né? Fiz essa playlist com as músicas que tenho escutado antes de decidir sobre o que escreveria no blog, mas acho até que combinou com o tema. 

Ouça, no 8tracks.

Boa semana!

domingo, 18 de julho de 2010

Post de domingo #21



Pois é, mais um post de domingo. Devo dizer que neste domingo especialmente não estou muito animada. Mas pensando de uma maneira Pollyanna, é até mais legal assim, já que a proposta do blog é tornar o domingo chato mais divertido. 

-Vi que semana passada (ou vai ver foi antes, mas eu vi na semana passada) estreou o filme Cold Souls, aqui no Brasil o título é Almas à venda. Daí que eu vi o filme faz um tempinho, já ele demorou um ano pra chegar aqui no Brasil... Lembro de ter visto comentários sobre o filme no Manhattan Connection e na época a ideia de poder tirar férias da própria alma por algum tempo me interessou. Quando a gente está na fossa pensa de tudo, né? 
Só consegui assistir esse ano (provavelmente com a ajuda do querido TPB novamente).

No filme de Sophie Barthes o ator Paul Giamatti passa por um bloqueio. Ao ver um artigo na revista The New Yorker sobre uma empresa que fornece o serviço de armazenamento de almas, Paul decide experimentar acreditando que talvez se sinta mais leve para atuar. 
A "operação" é bem-sucedida e Paul, que tem a alma do formato de um grão de bico, se sente melhor por algum tempo. Depois de algum tempo, porém, o ator decide reinserir (?) sua alma e descobre que ela foi roubada por traficantes russos e inserida (?) em uma nada talentosa atriz de novelas.

Quem me conhece provavelmente dirá que esses filmes esquisitos são a minha cara. Mas que ninguém se esqueça que em Brilho eterno de uma mente sem lembranças a personagem de Kate Winslet decide apagar uma pessoa de sua memória e para isso contrata uma empresa igualmente esquisita.E todo mundo acha o filme bonitinho. hehe


Justificativas a parte, Cold Souls realmente tem uma história estranha. No entanto, imagino que muita gente já  tenha considerado a ideia. Analisando um pouco - e só um pouco - mais profundamente, é interessante ver uma das únicas coisas que supostamente confere individualidade ao ser humano atualmente sendo transformada em mercadoria (e contrabandeada por traficantes russos).
Eu lembro de também ter ficado me perguntando ao longo do filme, o que afinal era a alma. Talvez Cold Souls te ajude a entender isso, ou pelo menos a pensar sobre...

-Falando ainda sobre filmes está em cartaz há um tempinho um que eu quero muito assistir: O pequeno Nicolau. Adoro filmes franceses e crianças francesas tem o jeito de falar mais gracinha.


-Falando ainda sobre coisas que eu quero, cada vez mais penso no quanto gosto de situações claras e pessoas verdadeiras e por isso tudo ando cada vez mais só hehe Juro que não tinha pensado na frase do Caio quando comecei a escrever. Não estou tão dramática quanto Caio, só quero que tudo seja ainda melhor do que já é, sem figurantes (aproveitando o vocabulário de cinema) desnecessários.

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(via weheartit)

Boa semana!

domingo, 11 de julho de 2010

Post de domingo #20*

*de segunda, mais uma vez.
A última semana foi extremamente cansativa e por conta disso acabei não conseguindo postar no blog. Mas esta  semana voltarei a ser feliz e vou poder fazer coisas básicas como ler os livros que eu quero, ver filmes e ficar no computador sem pensar que deveria estar fazendo outra coisa.

Pois é... Eu até tentei começar a escrever, mas no meio da semana arrumei mais trabalho e fiquei sem tempo novamente. Mas tudo bem, não reclamarei. Darei um jeito nas olheiras depois. :)

No meio de toda essa confusão, descobri que uma das minhas bandas preferidas, a Kings of Convenience, lançou um álbum em 2009 e por algum motivo eu não fiquei sabendo. Conheci a banda em 2007, apresentada pelo meu irmão, que tem um ótimo gosto musical (it runs in the family...)

A banda
Erlend 

Øye e Eirik 

Glambæk Bøe são os dois integrantes da Kings of Convenience. Ambos são Noruegueses (como dá pra perceber pelos nomes que eu não sei pronunciar). Os dois se conheceram na escola e aos 16 anos começaram a tocar juntos. 

Foram lançados até agora quatro álbuns: Quiet Is The New Loud (2001), Versus (2001), Riot on an Empty Street (2004) e Declaration of Dependence (2009).

O som
Eu desisti de fazer definições engraçadinhas para o tipo de som que as bandas fazem, então vai o que diz no myspace da banda: Acústico/Indie/Alternativa. Também no myspace eles colocam como influências: João Gilberto e deLillos (banda norueguesa).

O "novo" álbum
Gostei do Declaration of Dependence de primeira. Não há grandes revoluções no tipo de música que a banda costuma fazer, o que na minha opinião é ótimo, já que eu adoro as músicas deles. É perfeito pra relaxar em tardes chatinhas de domingo ou pra ouvir de manhã a caminho da faculdade/trabalho.
Eu destacaria como melhores do álbum:  Mrs. Cold, Me in You, Boat Behind e Riot on an Empty Street.
Outra coisa que adoro na banda são os vídeos sempre criativos (já falei de um deles aqui).





Vou confessar uma coisa pra vocês, muitos leitores do Post de domingo: enquanto a maioria das fãs de KOC devem suspirar pelo Eirik eu acho o Erlend a coisa mais fofinha do mundo (principalmente depois do vídeo de I'd rather dance with you). Sempre tive um gosto meio excêntrico mesmo.

Mudando total de assunto, pra uma sessão #desabafo (que já virou tag aqui do blog). Eu queria muito que usar batom vermelho fosse considerado normal. Ando morrendo de vontade de usar, mas com a rotina faculdade/estágio fica meio difícil. Eu super acho que combina com dias frios.
Pela democratização dos batons vermelhos!




Boa semana!

domingo, 27 de junho de 2010

Post de domingo #19


-Dando continuidade a minha lista de filmes essenciais ainda não vistos, hoje assisti "Jules et Jim" (Uma mulher para dois) de François Truffaut. O filme de 1962 é um dos representantes da Nouvelle Vague, que tem por característica, de maneira bastante simplificada, a experimentação, o rompimento com valores morais e o foco não mais nos estúdios ou nas grandes estrelas cinematográficas, mas sim nos diretores.

No filme de Truffaut há o triângulo (se é que é realmente um triângulo) amoroso entre os amigos Jules (Oskar Werner) e Jim (Henri Serre) e a ousada Catherine (Jeanne Moreau).

Os dois se conhecem e rapidamente se tornam amigos, sendo conhecidos até como Dom Quixote e Sancho Panza. Jules e Jim não se incomodam nem de dividir as mulheres com que se relacionam, porém isso muda quando Jules conhece a instável Catherine.
A Primeira guerra mundial tem início e os dois amigos são obrigados a lutar em lados opostos. Neste período ambos temem a mesma coisa: tirar a vida do amigo que luta no lado inimigo.
A guerra finalmente tem fim e Jim pode visitar seu amigo, agora casado com Catherine e pai de Sabine. Jim a princípio inveja a vida feliz dos dois mas logo percebe que a vida  do casal não era  tão perfeita quanto aparentava.
Ao saber através de Jules que Catherine já havia tido casos extra-conjugais Jim sente que pode finalmente declarar seu amor por ela.

Confesso que esperava algo diferente do filme. A personagem de Jeanne Moreau é de longe a que mais foge a expectativa que se tem de uma mocinha de filme francês romântico. Catherine é, como já mencionei, instável e tem uma visão de amor bem diferente. Segundo ela o amor não é duradouro, ele tem início, acaba e  talvez volte até a acontecer.
Jules é extremamente passivo. Para ele estar perto de Catherine é o suficiente. Mesmo que para isso tenha que aceitar o(s) relacionamento(s) da mulher com outro(s) homem(ns).
Quanto a Jim... Jim, na minha opinião, não sabe o que quer. Ele tem também uma imagem idealizada de Catherine, a da estátua pela qual se apaixonou antes de conhecê-la. E assim como sua musa, ama e desama com extrema facilidade.

A frase do início do filme resume bem a história
"Você disse: 'eu te amo', eu disse: 'espere', eu disse: 'sou sua' e você disse: 'vá embora'".

Recomendo Jules et Jim. E se não valer a pena pela história, vale a pena pela música bonitinha, interpretada por Jeanne Moreau.





Boa semana!

domingo, 20 de junho de 2010

Post de domingo #17


-A cada lançamento de coleção uma cor é eleita como a representante da estação. No inverno passado o nude foi o queridinho e mesmo quem não liga muito para moda deve ter usado alguma peça cor da pele ou algum esmalte clarinho que fazia com que as unhas parecessem a da Barbie.


O meu nude foi o gaivota, da Impala. Digo "meu" já que, como o nome sugere, a cor dá a ideia de que não se está usando nada e como cada um tem um tom de pele diferente os nudes são diferentes também. Só quem tentou encontrar um esmalte cor da pele sabe a dificuldade que é. Tenho pelo menos uns 4 vidros de tentativas de nude por aqui.

Daí que nessa estação há algumas cores que são tendência. Com relação a esmaltes o marrom estilo particulière é o hit do inverno. Porém, há uma tendência menos aparente mas que dadas as coincidências ocorridas ultimamente não pude deixar de perceber, a cor malva. É até difícil definir a cor. Não é rosa, nem vermelho. Na minha opinião é um pouco dos dois ao mesmo tempo.
Em sua coleção de inverno a colorama lançou o esmalte Mauve Urban. A princípio não achei grande coisa e nem entrou na minha lista de must haves. Mas depois de ver algumas fotos decidi comprar.

Mauve Urban (Colorama) por Ju Zanela.
(Flickr Ju Zanela)

Essa semana fui comprar maquiagem. Decidi que precisava de uma cor nova de blush e de um batom. 
Experimentei tantas coisas que saí da loja com blush bronzer em uma bochecha e blush rosa na outra. Mas mamãe percebeu rapidamente e me poupou da vergonha. Já basta as pessoas olhando pros meus sapatos na rua. (sim, são vermelhos com bolinhas pretas get over it)
Toda essa divagação foi pra dizer que na hora de pagar a vendedora me diz "Nossa, coincidentemente o blush é malva e o batom também."
Não achei foto do batom no site então vou postar a minha tentativa frustrada de captar a cor dele.


A cor é Malva mate cremoso, da Contém 1g, que nada me paga pela propaganda. 
E para aqueles que não estão familiarizados com maquiagem, batom mate é um tipo de batom com acabamento opaco. Para quem não gosta da textura e do acabamento super brilhoso da maioria dos batons, como eu, é uma boa opção.

-Por último queria compartilhar o meu desejo girlie do dia: acessórios fofos de caveira!

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(via Hardcore Candy)

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(via ilovewryzatoo)
Boa semana!


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Eu quero!


Vestido longo da Farm com estampa de corações. 
Difícil é pull it off com um metro e sessenta (e um!) de altura. Mas, como sugere o nome da coleção de alto inverno da Farm - Eu Sonho -  não custa nada sonhar, né?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Post de domingo #16

Este post provavelmente vai ser publicado na segunda-feira, mas em minha defesa digo que comecei a escrevê-lo no domingo. :)

-Semana passada assisti ao filme Blow-up, dirigido por Michelangelo Antonioni. Este foi o primeiro filme do diretor a que assisti. Apesar de gostar muito de cinema admito que não assisti a filmes considerados essenciais para qualquer cinéfilo. (Bergman, você é o próximo)
Blow-up é daquele tipo que dá um verdadeiro "nó" na cabeça de quem assiste.  O filme requer atenção e que, dependendo do interesse do espectador, causará debates interessantes.
Blow-up conta a história do fotógrafo Thomas (David Hemmings) que tira diversas fotos de um casal num parque e após revelá-las ascredita ter presenciado um assassinato.

Vale a pena assistir o filme por diversos motivos:
-É um clássico que criou bastante polêmica na época em que foi lançado (1966).
-As cenas que mostram o processo de revelação de fotografias são ótimas para os interessados no assunto.
-Mostra a primeira cena de nu frontal feminino do cinema
-A cena do show da banda Yardbirds, já no fim do filme
-É baseado em um conto de Julio Cortázar (As babas do Diabo)



-Já que o post está sendo escrito na segunda mesmo, tenho que compartilhar a coisa mais fofa que chegou aqui em casa hoje!
É de conhecimento geral que Audrey Hepburn é a minha atriz preferida pra sempre e que Breakfast at Tiffany's é um dos filmes que mais gosto. Tá, talvez não seja de conhecimento geral, mas agora é de conhecimento da legião de leitores do Post de domingo. :P
Daí que quando eu vi essa bolsa foi amor a primeira vista e eis que duas semanas depois ela chegou.

Segundo o meu pai a bolsa não tem nada demais e eu gasto dinheiro com inutilidades e o meu irmão mais novo ficou tentando entender o que afinal significa Golightly. Mas eu perdoo porque realmente não é nada mais que uma bolsa (para a maioria das pessoas). 

Boa semana!